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sábado, 24 de julho de 2010

O sapo e a rosa

Era uma vez uma rosa muito bonita, que se sentia envaidecida ao saber que era a mais linda do jardim. Mas começou a perceber que as pessoas somente a observavam de longe.
Acabou se dando conta de que, ao seu lado, sempre havia um sapo grande, e esta era a razão pela qual ninguém se aproximava dela. Indignada diante da descoberta, ordenou ao sapo que se afastasse dela imediatamente.
O sapo, humildemente, disse: - Está bem, se é assim que você quer...
Algum tempo depois o sapo passou por onde estava a rosa, e se surpreendeu ao vê-la murcha, sem folhas nem pétalas.
Penalizado, disse a ela:
- Que coisa horrível, o que aconteceu com você?
A rosa respondeu:
- É que, desde quando você foi embora, as formigas me comeram dia a dia, e agora nunca voltarei a ser o que era.
O sapo respondeu:
- Quando eu estava por aqui, comia todas as formigas que se aproximavam de ti. Por isso era a mais bonita do jardim.

Muitas vezes desvalorizamos os outros por crermos que somos superiores a eles, mais “bonitos”, de mais valor, ou que eles não nos servem para nada.
Deus não fez ninguém para “sobrar” neste mundo. Todos nós temos algo a aprender com outros ou ensinar com eles, e ninguém deve desvalorizar a ninguém.
Pode ser que uma destas pessoas, a quem não damos valor, nos faça um bem que nem mesmo nós percebemos.
Que Deus nos abençoe e nos ajude a enxergar a “beleza” dos outros.

domingo, 27 de junho de 2010

PERSEVERANÇA

Tudo que acontece em nossa vida é para que possamos nos firmar à base do nosso viver. O trabalho diário que devemos a nós mesmos é para nos fortalecer.


Veja, a terra para ficar fértil e produtiva, é necessário que seja manejada, quer dizer, roçada, arada, gradeada, sucada, adubada etc. E nóis? Será que não necessitamos ser manejados? Deus nos criou para produzirmos frutos do seu agrado e nóis, muitas vezes, queremos fazer do nosso próprio jeito, então passamos por provas, provas que devemos cumprir para continuar merecendo o sol brilhante e a água cristalina que nos circunda.

Que Deus nos abençõe e que  possamos compreender que todo problema tem solução e cada solução é uma vitória.

domingo, 6 de junho de 2010

FOLHA DE PAPEL

NOSSO CORAÇÃO É COMO UMA FOLHA DE PAPEL:  DEPOIS DE AMASSADA NÃO VOLTA A SER O QUE ERA  ANTES.....
 É verdade.....e muitas vezes...não nos damos conta disso...
 Espero que eu nunca tenha "amassado" você...
 Se o fiz...será que adianta pedir desculpas???
 Se sim....espero que a aceite.....
 "NÃO DEVEMOS MAGOAR O CORAÇÃO DE UMA PESSOA,
 AFINAL NUNCA SABEMOS SE ESTAMOS DENTRO DELE."  COMO UMA FOLHA:
 "Quando criança, devido ao meu caráter  impulsivo, sentia raiva à menor provocação. Na maioria
 das vezes, depois de um desses incidentes, sentia-me
 envergonhado e esforçava-me por consolar a quem tinha magoado.
 Um dia, meu professor me viu pedindo desculpas, depois de uma explosão de raiva. Entregou-me, então,
 uma folha de papel lisa e disse-me:
 - Amasse-a!
 Com medo, obedeci e fiz com ela uma bolinha.
 - Agora, voltou a dizer-me - deixe-a como estava antes.
 É óbvio que não pude deixá-la como antes. Por  mais que tentasse, o papel ficou cheio de pregas.
 Então, disse-me o professor:
- O coração das pessoas é como esse papel. A impressão que neles deixamos, será tão difícil de apagar, como esses amassados. Assim, aprendi a ser mais compreensivo e mais paciente. Quando sinto vontade de estourar, lembro deste papel amassado. A impressão que deixamos nas pessoas é impossível de apagar. Quando magoamos com  nossas ações, ou com nossas palavras, logo queremos
 consertar o erro, mas é tarde demais.
 Alguém disse, certa vez:
 'Fale quando tuas palavras sejam tão suaves como o silêncio'

sexta-feira, 28 de maio de 2010

O tijolo

Um jovem e bem sucedido executivo dirigia, em alta velocidade sua nova Ferrari. De repente um tijolo espatifou-se na porta lateral da Ferrari!  Freou bruscamente e deu ré até o lugar de onde teria vindo o tijolo. Saltou do carro e pegou bruscamente uma criança, empurrando-a contra um veículo estacionado e gritou:
Por que isso? Quem é você? Que besteira você pensa que está fazendo?
Este é um carro novo e caro. Aquele tijolo que você jogou vai me custar muito dinheiro.
Por que você fez isto?
Por favor senhor me desculpe, eu não sabia mais o que fazer . Implorou o pequeno menino.
Ninguém estava disposto a parar e me atender neste local.
Lágrimas corriam do rosto do garoto, enquanto apontava na direção dos carros estacionados.
É meu irmão. Ele desceu sem freio e caiu de sua cadeira de rodas e não consigo levantá-lo.
Soluçando, o menino perguntou ao executivo:
O senhor poderia me ajudar a recolocá-lo em sua cadeira de rodas? Ele está machucado e é muito pesado para mim.
Movido internamente muito além das palavras, o jovem motorista engolindo"um imenso nó" dirigiu-se ao jovenzinho, colocando-o em sua cadeira de rodas. Tirou seu lenço, limpou as feridas e arranhões, verificando se tudo estava bem.
Obrigado e que Deus possa abençoá-lo, agradeceu a criança.
O homem viu então o menino se distanciar...empurrando o irmão em direção à
casa.
Foi um longo caminho até a Ferrari.... um longo e lento caminho de volta.
Ele nunca consertou a porta amassada. Deixou assim para lembrá-lo de não ir tão rápido pela vida, que alguém precisasse atirar um tijolo para obter a sua atenção...
Deus sussurra em nossas almas e fala aos nossos corações. Algumas vezes,quando não temos tempo de ouvir-lo , ELE tem de jogar um Tijolo em nós."

sábado, 8 de maio de 2010

A BANANA E A VIDA

A história é muito antiga, mas não menos curiosa.
Algumas tribos africanas utilizam um engenhoso método para capturar macacos.
Como estes são muito espertos e vivem saltando nos galhos mais altos das árvores, os nativos desenvolveram o seguinte sistema:
1) Pegam uma cumbuca de boca estreita e colocam dentro dela uma banana.
2) Em seguida, amarram-na ao tronco de uma árvore freqüentada por macacos, afastam-se e esperam.
3) Após isso, um macaco curioso desce, olha dentro da cumbuca e vê a banana.
4) Enfia sua mão, apanha a fruta, mas como a boca do recipiente é muito estreita, ele não consegue retirar a banana.
Surge um dilema: se largar a banana, sua mão sai e ele pode ir embora livremente, caso contrário, continua preso na armadilha. Depois de um tempo, os nativos voltam e, tranqüilamente, capturam os macacos que teimosamente se recusam a largar as bananas.
O final é meio trágico, pois os macacos são capturados para servirem de alimento.
Você deve estar achando inacreditável o grau de estupidez dos macacos, não é? Afinal, basta largar a banana e ficar livre do destino de ir para a panela.
Fácil demais... O detalhe deve estar na importância exagerada que o macaco atribui à banana.
Ela já está ali, na sua mão... parece ser uma insanidade largá-la.
Essa história é engraçada, porque muitas vezes fazemos exatamente como os macacos.
Você nunca conheceu alguém que está totalmente insatisfeito com o emprego, mas insiste em permanecer mesmo sabendo que pode estar cultivando um enfarto?
Ou alguém que trabalha e não está satisfeito com o que faz, e ainda assim faz apenas pelo dinheiro?
Ou casais com relacionamentos completamente deteriorados que permanecem sofrendo, sem amor e compreensão?
Ou pessoas infelizes por causa de decisões antigas, que adiam um novo caminho que poderia trazer de volta a alegria de viver?
A vida é preciosa demais para trocarmos por uma banana - que, apesar de estar na nossa mão, pode levar-nos direto à panela.