Quando deixamos de ser criança, criamos uma nova postura.
Quando sentimos o peso de ser adulto, analizamos melhor os nossos passos.
Cada decisão que tomamos é baseado na idade que já vivemos e, por isso, devemos viver o quanto pudermos para nos sentirmos alguém.
Cada passo dessa estrada deve-se ser perfeitamente atribuido à nossas decisões e para tomar decisões é necessário estarmos de bem consigo mesmo.
Olhe pra traz, veja o que error e siga em frente tentando acertar. Com muito cuidado para não prejudicar o próximo nem a si. Este não é um segredo, é apenas um jeito de idealizar nossos próprios passos.
Que os dias não sejam fáceis, mas que possamos dominar cada obstáculo que a vida possa nos oferecer.
Adalberto
Sejam Bem vindos
SEJAM BEM VINDOS AO NOSSO BLOG, AQUI ESTÃO POSTADAS MENSAGENS PARA REFLETIR
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Realidade
Um dia o pai saiu com o filho para lhe mostrar o interior, para que o filho soubesse dar valor ao que eles possuíam carros, casas, etc. E lá no interior, eles passaram um dia e uma noite numa casa de taipa, depois eles foram embora, então o pai perguntou:
-meu filho você percebeu a diferença entre eles e nós?
E o menino respondeu:
-Eu vi pai! Nós temos um cachorro, eles têm quatro; nós temos uma piscina, até grande, eles têm um riacho que não seca nunca; nós temos uma varanda coberta e iluminada, eles têm o céu, a lua e as estrelas, e nós nem enxergamos isso; Temos umas plantas no jardim ao abrir o portão, eles têm uma floresta inteira, antes e depois da porteira.
O pai ouviu e ficou perplexo.
E o filho concluiu:
-Obrigado pai, por me mostrar o quanto somos pobres.
domingo, 8 de agosto de 2010
O presente do papai
Estava chegando o Dia dos Pais e Olavinho não conseguia resolver o que poderia dar de presente ao seu pai. Pensava, pensava, e não encontrava a solução.
Sabia que sua mãe compraria um presente, mas ele queria dar algo dele mesmo. Mas era difícil! Não tinha dinheiro! Além disso, seu pai já tinha de tudo.
Conversou com a mãe, mas ela também estava sem ideias. Apressada para ir às compras, a mãe beijou o filho e disse:
- Olavinho, vou lhe dar uma tarefa. Você vai bancar o detetive e procurar descobrir o que seu pai gostaria de ganhar. Está bem? Depois você me conta, e sairemos para comprar.
O garoto adorou! Começou a pesquisa naquele dia mesmo. Era sábado e seu pai ficaria em casa.
- Papai, eu vi uma camisa linda outro dia na loja e ela parecia feita para o senhor.
- Já tenho camisas demais, meu filho.
- Ah!...
Uma hora depois, o menino comentou:
- Papai, mamãe disse que sua calça jeans rasgou. Acho que vai precisar de outra, não é?
Pegando o jornal para ler, o pai respondeu:
- Tenho outras, Olavinho. Não se preocupe.
- Ah!...
Mais tarde, tentou de novo:
- O pai do meu amigo comprou uma gravata linda, vermelha. Gostei muito. O que o senhor acha?
- Acho horrível! Além disso, não gosto de gravatas.
- Ah!...
Olavinho tentou de tudo: livros, meias, sapatos, porém, nada feito. Meio desanimado, ficou pensando, pensando.
Quando a mãe chegou, ele informou que, infelizmente, não tinha conseguido descobrir as preferências do pai. Respirou fundo e disse:
- Quanto a você, não sei, mamãe. Mas pensei bem e já sei qual o presente que vou dar para meu pai. Mas não conto. É segredo.
No Dia dos Pais, Olavinho acordou bem cedo e, quando o pai levantou e foi para a cozinha, ele já estava trabalhando, todo feliz.
- O que houve? meu filho. Acordou tão cedo hoje!
Com um sorriso no rosto, o garoto respondeu:
- Queria muito dar-lhe um presente, papai. Queria, porém, que fosse algo feito por mim, que custasse esforço e mostrasse o quanto eu gosto do senhor. Então, sente-se. Vou servir seu café da manhã.
Emocionado, o pai notou que Olavinho tinha arrumado a mesa. Sentou-se e ficou esperando.
Muito sério, o menino trouxe o leite (que ele tinha esquentado no micro-ondas), café solúvel, suco de laranja, frutas, bolachas, pão e manteiga. Com gentileza, Olavinho serviu o pai: colocou leite e café na xícara, cortou o pão e passou manteiga, e ficou todo orgulhoso vendo o pai comer.
- Coma também, meu filho.
- Depois, papai. Agora eu o estou servindo.
Encantado com a delicadeza do filho, o pai tomou seu café da manhã. Quando acabou, Olavinho ainda perguntou:
- Deseja mais alguma coisa, papai? Aceita um pouco mais de café com leite?
- Não, meu filho, estou satisfeito e muito feliz.
Olavinho desceu da cadeira e correu para os braços do pai, dizendo:
- FELIZ DIA DOS PAIS!
O pai abraçou forte o pequeno Olavo, afirmando com lágrimas nos olhos:
- Desculpe, meu filho, se eu o decepcionei outro dia. Percebi que você estava tentando saber o que eu gostaria de ganhar de presente, mas não queria que gastasse dinheiro comigo, só para ser gentil.
Olhou para o menino, acariciou-lhe os cabelos e disse com profundo amor:
- Meu filho, este foi o presente mais lindo que eu já recebi de alguém! Obrigado! !!!
Sabia que sua mãe compraria um presente, mas ele queria dar algo dele mesmo. Mas era difícil! Não tinha dinheiro! Além disso, seu pai já tinha de tudo.
Conversou com a mãe, mas ela também estava sem ideias. Apressada para ir às compras, a mãe beijou o filho e disse:
- Olavinho, vou lhe dar uma tarefa. Você vai bancar o detetive e procurar descobrir o que seu pai gostaria de ganhar. Está bem? Depois você me conta, e sairemos para comprar.
O garoto adorou! Começou a pesquisa naquele dia mesmo. Era sábado e seu pai ficaria em casa.
- Papai, eu vi uma camisa linda outro dia na loja e ela parecia feita para o senhor.
- Já tenho camisas demais, meu filho.
- Ah!...
Uma hora depois, o menino comentou:
- Papai, mamãe disse que sua calça jeans rasgou. Acho que vai precisar de outra, não é?
Pegando o jornal para ler, o pai respondeu:
- Tenho outras, Olavinho. Não se preocupe.
- Ah!...
Mais tarde, tentou de novo:
- O pai do meu amigo comprou uma gravata linda, vermelha. Gostei muito. O que o senhor acha?
- Acho horrível! Além disso, não gosto de gravatas.
- Ah!...
Olavinho tentou de tudo: livros, meias, sapatos, porém, nada feito. Meio desanimado, ficou pensando, pensando.
Quando a mãe chegou, ele informou que, infelizmente, não tinha conseguido descobrir as preferências do pai. Respirou fundo e disse:
- Quanto a você, não sei, mamãe. Mas pensei bem e já sei qual o presente que vou dar para meu pai. Mas não conto. É segredo.
No Dia dos Pais, Olavinho acordou bem cedo e, quando o pai levantou e foi para a cozinha, ele já estava trabalhando, todo feliz.
- O que houve? meu filho. Acordou tão cedo hoje!
Com um sorriso no rosto, o garoto respondeu:
- Queria muito dar-lhe um presente, papai. Queria, porém, que fosse algo feito por mim, que custasse esforço e mostrasse o quanto eu gosto do senhor. Então, sente-se. Vou servir seu café da manhã.
Emocionado, o pai notou que Olavinho tinha arrumado a mesa. Sentou-se e ficou esperando.
Muito sério, o menino trouxe o leite (que ele tinha esquentado no micro-ondas), café solúvel, suco de laranja, frutas, bolachas, pão e manteiga. Com gentileza, Olavinho serviu o pai: colocou leite e café na xícara, cortou o pão e passou manteiga, e ficou todo orgulhoso vendo o pai comer.
- Coma também, meu filho.
- Depois, papai. Agora eu o estou servindo.
Encantado com a delicadeza do filho, o pai tomou seu café da manhã. Quando acabou, Olavinho ainda perguntou:
- Deseja mais alguma coisa, papai? Aceita um pouco mais de café com leite?
- Não, meu filho, estou satisfeito e muito feliz.
Olavinho desceu da cadeira e correu para os braços do pai, dizendo:
- FELIZ DIA DOS PAIS!
O pai abraçou forte o pequeno Olavo, afirmando com lágrimas nos olhos:
- Desculpe, meu filho, se eu o decepcionei outro dia. Percebi que você estava tentando saber o que eu gostaria de ganhar de presente, mas não queria que gastasse dinheiro comigo, só para ser gentil.
Olhou para o menino, acariciou-lhe os cabelos e disse com profundo amor:
- Meu filho, este foi o presente mais lindo que eu já recebi de alguém! Obrigado! !!!
Tia Célia
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Mensagem de vida
Um empresário bastante rico trabalhava muito, ocupando quase todo o seu tempo com os negócios. Sempre que lhe sobrava um tempo visita a família.
Certa noite, seu filho de anos de idade, sabendo que seu pai iria chegar, ficou acordado esperando por ele, quando o viu chegar, correu e o abraçou, já falando:
-Papai, quanto custa uma hora do seu trabalho? O pai surpreso perguntou:
-Está lhe faltando alguma coisa filho? Diga-me que lhe darei.
O garoto ficou em silêncio por alguns minutos e insistiu:
-Quanto custa papai?
O pai lhe respondeu:
-Uns R$ 50.00, meu filho.
- Papai, preciso de R$ 50.00. O pai lhe deu e foi dormir.
No dia seguinte, enquanto o pai se arruma para ir ao trabalho, o filho se aproximou e disse:
- Papai, hoje você não precisa ir trabalhar pelo menos por 1 hora.
- Por que filho?
- Vou te comprar uma hora do seu trabalho, está aqui os R$ 50.00. Fique comigo.
Os pais são propensos a dar tudo que os filhos necessitam, exceto o que eles mais precisam:
O tempo!!!!!!!!!!!
Certa noite, seu filho de anos de idade, sabendo que seu pai iria chegar, ficou acordado esperando por ele, quando o viu chegar, correu e o abraçou, já falando:
-Papai, quanto custa uma hora do seu trabalho? O pai surpreso perguntou:
-Está lhe faltando alguma coisa filho? Diga-me que lhe darei.
O garoto ficou em silêncio por alguns minutos e insistiu:
-Quanto custa papai?
O pai lhe respondeu:
-Uns R$ 50.00, meu filho.
- Papai, preciso de R$ 50.00. O pai lhe deu e foi dormir.
No dia seguinte, enquanto o pai se arruma para ir ao trabalho, o filho se aproximou e disse:
- Papai, hoje você não precisa ir trabalhar pelo menos por 1 hora.
- Por que filho?
- Vou te comprar uma hora do seu trabalho, está aqui os R$ 50.00. Fique comigo.
Os pais são propensos a dar tudo que os filhos necessitam, exceto o que eles mais precisam:
O tempo!!!!!!!!!!!
sábado, 24 de julho de 2010
O sapo e a rosa
Era uma vez uma rosa muito bonita, que se sentia envaidecida ao saber que era a mais linda do jardim. Mas começou a perceber que as pessoas somente a observavam de longe.
Acabou se dando conta de que, ao seu lado, sempre havia um sapo grande, e esta era a razão pela qual ninguém se aproximava dela. Indignada diante da descoberta, ordenou ao sapo que se afastasse dela imediatamente.
O sapo, humildemente, disse: - Está bem, se é assim que você quer...
Algum tempo depois o sapo passou por onde estava a rosa, e se surpreendeu ao vê-la murcha, sem folhas nem pétalas.
Penalizado, disse a ela:
- Que coisa horrível, o que aconteceu com você?
A rosa respondeu:
- É que, desde quando você foi embora, as formigas me comeram dia a dia, e agora nunca voltarei a ser o que era.
O sapo respondeu:
- Quando eu estava por aqui, comia todas as formigas que se aproximavam de ti. Por isso era a mais bonita do jardim.
Muitas vezes desvalorizamos os outros por crermos que somos superiores a eles, mais “bonitos”, de mais valor, ou que eles não nos servem para nada.
Deus não fez ninguém para “sobrar” neste mundo. Todos nós temos algo a aprender com outros ou ensinar com eles, e ninguém deve desvalorizar a ninguém.
Pode ser que uma destas pessoas, a quem não damos valor, nos faça um bem que nem mesmo nós percebemos.
Que Deus nos abençoe e nos ajude a enxergar a “beleza” dos outros.
Acabou se dando conta de que, ao seu lado, sempre havia um sapo grande, e esta era a razão pela qual ninguém se aproximava dela. Indignada diante da descoberta, ordenou ao sapo que se afastasse dela imediatamente.
O sapo, humildemente, disse: - Está bem, se é assim que você quer...
Algum tempo depois o sapo passou por onde estava a rosa, e se surpreendeu ao vê-la murcha, sem folhas nem pétalas.
Penalizado, disse a ela:
- Que coisa horrível, o que aconteceu com você?
A rosa respondeu:
- É que, desde quando você foi embora, as formigas me comeram dia a dia, e agora nunca voltarei a ser o que era.
O sapo respondeu:
- Quando eu estava por aqui, comia todas as formigas que se aproximavam de ti. Por isso era a mais bonita do jardim.
Muitas vezes desvalorizamos os outros por crermos que somos superiores a eles, mais “bonitos”, de mais valor, ou que eles não nos servem para nada.
Deus não fez ninguém para “sobrar” neste mundo. Todos nós temos algo a aprender com outros ou ensinar com eles, e ninguém deve desvalorizar a ninguém.
Pode ser que uma destas pessoas, a quem não damos valor, nos faça um bem que nem mesmo nós percebemos.
Que Deus nos abençoe e nos ajude a enxergar a “beleza” dos outros.
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